Neste quarenta dias que antecedem a Páscoa da ressurreição, de maneira sobrenetural somos impelidos, talvez pelo próprio Espírito Santo, a nos retiramos no deserto. E sem dúvida nenhuma só sobriveremos nesse deserto se tivermos em companhia do Senhor. Lembreme-nos de que o até mesmo Jesus só entrou no deserto após o seu batismo, onde vemos relatado na Palavra que os céus se abriram, e em forma de pomba o Espírito Santo pairou sobre Ele.
Deserto é lugar de pouca vida, pouca água, pouca comida; muito calor durante o dia e muito frio pela noite; muito vento, e uma claridade que quase cega. Lugar onde somos experimentados pelo Fogo refinador, e onde a nossa fome, a nossa sede devem ser de Deus. Onde a solidão nos leva a anciarmos a companhia, a presença do Senhore sermos confrontados com nós mesmo.
E por fim depois de termos resistido todas as investidas do deserto podemos ser segados pela luz ofuscante do Senhor, a luz da ressurreição páscal que devolve vida a tudo e a todos.
Algumas adversidades deste tempo ja começaram a acontecer, mas cremos que há um oásis no deserto!
Por hora oferecemos ao Senhor a música melancolica daqueles que errantemente caminham no deserto, mas em breve _ digo: "EM BREVE" Ele porá em nossa boca um novo cântico, um hino de louvor que é espada afiada em nossos lábios!
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